Sobre o ELP

O ELP foi instituído pela portaria 08-R de 25/08/2017, está vinculado à Gerência de Processos e Projetos (GPP) e subordinado hierarquicamente à Subsecretaria de Estado de Inovação na Gestão (Subges). Os membros foram designados por meio da portaria nº 666-S de 28/08/2017. 

É uma área da organização que tem como missão administrar, dar suporte e fomentar iniciativas de BPM. Deve atuar como agente de mudança na organização, com o objetivo de disseminar a cultura de processos, engajar pessoas, definir métodos, padrões e promover melhorias nos processos de trabalho. 

Dentre as principais atribuições do ELP, destacam-se: 

  • Promover a gestão por processos no âmbito do Órgão;
  • Elaborar e manter atualizada a cadeia de valor da instituição;
  • Avaliar e gerir o portfólio de processos considerados prioritários para a instituição e a sua governança;
  • Definir e manter metodologias, técnicas e ferramentas de apoio para as iniciativas de Gerenciamento de Processos de Negócio (Business Process Management – BPM) no Órgão;
  • Apoiar o mapeamento e redesenho dos processos e supervisionar o monitoramento dos resultados realizado pelo dono de processo;
  • Planejar e coordenar capacitações para gestores, donos e executores de processos de forma a promover a contribuir com a consolidação do conhecimento sobre o tema, o comprometimento permanente e contínuo de todos com a transformação para uma nova cultura de gestão da organização, garantindo a institucionalização da gestão por processos;
  • Divulgar e disseminar conhecimentos relacionados a processos e resultados referentes à gestão por processos.

Gestão por Processos

É uma abordagem disciplinar para identificar, desenhar, executar, documentar, medir, monitorar, controlar e melhorar processos de negócio, automatizados ou não, a fim de alcançar resultados consistentes e alinhados aos objetivos estratégicos da organização.

A implementação permanente da Gestão por Processos contribui para: 

  • Proporcionar um modelo de gestão integrado, a partir de uma visão sistêmica dos processos, com foco em resultados e referenciado nas necessidades de todos os envolvidos e nas diretrizes estratégicas da instituição;
  • Difusão do conhecimento institucional, com a disponibilização de informações sobre os processos desenvolvidos pela instituição;
  • Otimização dos recursos da instituição, sejam eles materiais, humanos ou financeiros;
  • Identificação das competências requeridas para a operacionalização dos processos, promovendo a alocação adequada dos profissionais, segundo seus perfis;
  • Orientação de eventuais propostas para a revisão da estrutura organizacional, visando a melhor operacionalização dos processos.
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